Sustentabilidade e legislação: por que sua empresa precisa acompanhar essas mudanças?

Túlio Dantas • 28 de julho de 2026
Profissionais analisando documentos sobre sustentabilidade e legislação ambiental em ambiente industrial.

O cenário regulatório ambiental no Brasil está em constante movimento. Para empresas que lidam com processos industriais, isso não é apenas uma pauta jurídica: é uma questão estratégica, que impacta a operação, reputação e competitividade.


Um cenário que não para de evoluir



A Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010) segue como referência no país, mas o cenário vem ganhando novos capítulos. Em 2025, a Lei Geral do Licenciamento Ambiental (Lei 15.190) e a Lei da Licença Ambiental Especial (Lei 15.300) trouxeram novas regras de licenciamento para o setor produtivo. Já para 2026, um novo decreto estabelece metas e prazos para a logística reversa de embalagens plásticas, e a rastreabilidade sobre o destino dado a cada material vem se tornando uma exigência cada vez mais forte no setor.


Ignorar essas mudanças pode custar caro: multas, embargo de atividades, perda de competitividade e dificuldade em fechar negócios com parceiros que também precisam comprovar conformidade em toda a cadeia.


Legislação como oportunidade


Empresas que se antecipam a essas exigências constroem reputação mais sólida e ganham espaço em negociações com parceiros mais exigentes. Certificações ambientais e processos bem documentados se tornam diferenciais competitivos reais, especialmente onde clientes e investidores avaliam critérios de sustentabilidade antes de fechar contratos.


O papel da gestão especializada


Contar com parceiros que entendem o cenário regulatório e têm estrutura para acompanhar essas mudanças de perto reduz a complexidade da operação e assegura segurança jurídica e ambiental em cada etapa, do processamento à comercialização.


Ficar informado é parte da estratégia


Na Recicla, acompanhamos de perto as mudanças que impactam o setor industrial e ajudamos empresas parceiras a transformar essas exigências em processos mais eficientes e sustentáveis.


Informação também é parte da transformação. Continue acompanhando o Recicla News para se manter atualizado sobre o que está mudando no seu setor.

Por Túlio Dantas 16 de julho de 2026
Uma nova lei acaba de mudar o cenário tributário da reciclagem no Brasil. A Lei 15.394/2026 desonera de PIS/Pasep e Cofins a venda de papel, vidro, plástico e metal recicláveis, o que reduz o custo tributário de quem fornece o material e garante crédito a quem compra pra revenda. A mudança fortalece toda a cadeia produtiva da reciclagem industrial, num momento em que o Brasil ainda recupera menos de 2% de todo resíduo sólido gerado no país, segundo dados do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico. A Recicla acompanha de perto cada mudança que impacta o setor. Saiba mais no blog, link na bio. Fonte: Agência Senado
Por Túlio Dantas 9 de julho de 2026
A sustentabilidade começa em escolhas simples, mas que fazem diferença quando se tornam parte da rotina. Separar materiais, evitar o descarte inadequado e buscar a destinação correta são atitudes importantes para reduzir impactos ambientais e fortalecer a reciclagem. Mesmo quando existe intenção de descartar corretamente, muitas dúvidas ainda aparecem: o que pode ser separado? O que precisa de cuidado especial? O que deve ir para pontos de coleta específicos? Entender essas diferenças ajuda pessoas e empresas a contribuírem de forma mais eficiente. Separe os materiais por tipo O primeiro passo é evitar misturar tudo no mesmo lugar. Materiais como metais, papéis, vidros, embalagens, orgânicos e eletrônicos seguem caminhos diferentes após o descarte. Quando essa separação é feita ainda na origem, o reaproveitamento se torna mais fácil e a cadeia da reciclagem ganha mais eficiência. Evite misturar materiais secos com restos de alimentos Materiais com excesso de gordura, umidade ou restos orgânicos podem comprometer o reaproveitamento. Sempre que possível, embalagens e itens secos devem ser armazenados separadamente dos materiais orgânicos. Essa prática simples ajuda a preservar a qualidade dos materiais e facilita o trabalho de quem atua nas etapas de coleta, triagem e processamento. Tenha atenção com eletrônicos, pilhas e baterias Equipamentos eletrônicos, pilhas e baterias exigem cuidado especial. Esses materiais podem conter componentes que não devem ser descartados junto com materiais comuns. O ideal é buscar pontos de coleta, programas de logística reversa ou empresas autorizadas para receber esse tipo de material. Vidros também precisam de cuidado O vidro deve ser separado com atenção, especialmente quando estiver quebrado. Para evitar acidentes, o ideal é embalar os pedaços de forma segura e identificar o material antes do descarte. Também é importante lembrar que cada empresa ou ponto de recebimento pode trabalhar com tipos específicos de vidro. Por isso, a orientação prévia evita dúvidas e encaminhamentos incorretos. Metais têm alto potencial de reaproveitamento Os metais estão entre os materiais com grande potencial de retorno à cadeia produtiva. Alumínio, cobre, ferro, inox, bronze, chumbo, chaparias, radiadores e baterias automotivas podem passar por processos de separação, classificação e reaproveitamento. Quando recebem a destinação correta, esses materiais deixam de ser descartados de forma inadequada e passam a gerar valor para a economia circular. Empresas também precisam planejar a destinação No ambiente empresarial e industrial, o descarte correto exige organização. Grandes volumes de materiais precisam de armazenamento adequado, logística, orientação técnica e parceiros preparados para realizar a destinação responsável. Esse cuidado contribui para a segurança da operação, reduz riscos e fortalece práticas ambientais mais eficientes. O descarte correto é uma responsabilidade compartilhada A construção de um futuro mais sustentável depende da participação de pessoas, empresas, fornecedores, instituições e poder público. Cada atitude contribui para reduzir impactos e ampliar o reaproveitamento dos materiais já existentes. Na Recicla, a destinação responsável faz parte da rotina. Com estrutura, logística e capacidade industrial, a empresa atua para conectar materiais a novos ciclos produtivos e fortalecer a economia circular no Rio Grande do Norte.  Quer saber se a sua empresa está destinando materiais da forma correta? Fale com a equipe da Recicla.