Projeto Selo Verde fortalece sustentabilidade e credibilidade no setor de reciclagem do RN

9 de junho de 2026

O setor de reciclagem do Rio Grande do Norte vive um momento importante de transformação com o avanço do Projeto Selo Verde, iniciativa que busca certificar empresas comprometidas com práticas sustentáveis, responsabilidade socioambiental e excelência operacional.


O projeto integra o Programa de Apoio à Competitividade das Micro e Pequenas Empresas (Procompi) e vem sendo desenvolvido pelo Sindicato das Indústrias de Reciclagem do Rio Grande do Norte (SINDRECICLA-RN), em parceria com instituições e consultorias ligadas ao setor.


A proposta do Selo Verde é reconhecer empresas que atendam critérios específicos relacionados à sustentabilidade, rastreabilidade, transparência nos processos e alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU).


Segundo o presidente do SINDRECICLA-RN, Etelvino Patrício, o objetivo é fortalecer o setor e garantir mais credibilidade às empresas participantes.


"As empresas certificadas demonstrarão que seguem normas socioambientais, gerando mais confiança e segurança para clientes e parceiros”, destacou.


Para conquistar a certificação, as empresas passam por etapas de avaliação, adequação e auditoria externa, garantindo que estejam alinhadas aos critérios definidos no regulamento do projeto.


Além de reconhecer boas práticas ambientais, o Selo Verde também funciona como diferencial competitivo para as empresas do segmento, valorizando operações comprometidas com responsabilidade ambiental e melhoria contínua.


O projeto ainda reforça a importância da economia circular e do desenvolvimento sustentável como pilares estratégicos para o futuro do setor de reciclagem.


A participação da Recicla nesse movimento reafirma o compromisso da empresa com práticas responsáveis, inovação e construção de um futuro mais sustentável.


Fonte:
FIERN / SINDRECICLA-RN – Projeto Selo Verde avança no setor de reciclagem do RN

Por Túlio Dantas • 24 de setembro de 2026
A economia circular está ganhando cada vez mais espaço na agenda legislativa brasileira. O Senado aprovou um projeto que cria a Semana Nacional de Economia Circular, uma data que, se confirmada em lei, vai reunir anualmente ações educativas e institucionais em torno do tema em todo o país. O que prevê o projeto O Projeto de Lei 1.681/2026 institui a Semana Nacional de Economia Circular, a ser celebrada todos os anos na semana que compreende o dia 27 de junho, data que homenageia a publicação do decreto que criou a Estratégia Nacional de Economia Circular, em 2024. Durante o período, a proposta prevê a realização de palestras, seminários, exposições, mutirões, feiras e oficinas voltadas ao reparo e à reutilização de produtos, além de ações de regeneração ambiental e de incentivo ao design circular. A ideia central é divulgar políticas públicas, projetos e boas práticas relacionadas ao tema entre cidadãos, empresas e órgãos públicos. Em que fase está a proposta O projeto já foi aprovado pela Comissão de Meio Ambiente do Senado e, na sequência, também passou pelo Plenário. Agora, o texto segue para análise da Câmara dos Deputados antes de poder virar lei. Por que uma data assim importa Pode parecer, à primeira vista, apenas uma data comemorativa. Mas datas oficiais como essa costumam funcionar como estrutura organizativa: elas dão um ponto de encontro para políticas públicas, ações do setor privado e iniciativas educativas que hoje acontecem de forma dispersa ao longo do ano. Para empresas que já trabalham com reaproveitamento de materiais, uma semana nacional dedicada ao tema representa mais visibilidade para práticas que já fazem parte da rotina, e uma oportunidade de aproximar ainda mais o público da lógica por trás da economia circular. O que isso representa para o setor Iniciativas como essa reforçam um movimento mais amplo: a economia circular deixando de ser pauta lateral para ocupar espaço estruturado nas políticas públicas brasileiras. Para empresas que processam materiais e os devolvem à cadeia produtiva, isso significa operar dentro de uma agenda que só tende a crescer em relevância e visibilidade. Na Recicla, seguimos de perto essas movimentações, porque elas dizem respeito diretamente ao que fazemos todos os dias. Continue acompanhando o Recicla News para saber quando esse projeto avançar.
Por Túlio Dantas • 17 de setembro de 2026
Quem compra e vende materiais metálicos sabe que o preço da sucata não é um número fixo, ele responde a movimentos de mercado, oferta e demanda global. E o começo de setembro trouxe um dado relevante para quem acompanha esse cenário de perto: a sucata de alumínio está sendo negociada no maior patamar em mais de um ano. O que os números mostram No início de setembro, o preço internacional da sucata de alumínio chegou a US$ 2.559,57 por tonelada, uma alta de quase 6% apenas no último mês e de quase 21% em relação ao mesmo período do ano passado. É um movimento consistente, não um pico isolado, o que costuma sinalizar uma mudança real na relação entre oferta e demanda do material. Por que a demanda por sucata está subindo Esse aquecimento de preço acompanha um movimento mais amplo do setor: siderúrgicas e produtoras de alumínio vêm ampliando o uso de material reciclado como parte de suas estratégias de redução de emissões e eficiência de custo. Um exemplo recente é a parceria entre uma grande recicladora de veículos e uma das maiores siderúrgicas do país, que já garantiu a compra de praticamente toda a sucata metálica gerada pela operação, com volume que deve chegar a milhares de toneladas por mês. Esse tipo de movimento reforça que a sucata deixou de ser tratada como material secundário e passou a ocupar um papel estratégico dentro do planejamento de compra das indústrias. O que isso representa para quem compra e vende material Para quem fornece sucata, o cenário é favorável: mais demanda tende a sustentar preços mais altos. Já para quem compra o material para processar e revender, o momento pede atenção redobrada na formação de preço e na negociação com fornecedores, já que o custo de aquisição também sobe. Em qualquer um dos dois lados, contar com um parceiro que acompanha o mercado de perto, entende a variação de preços internacionais e tem estrutura para negociar com segurança faz diferença real no resultado financeiro da operação. Na Recicla, seguimos de olho nesses movimentos para orientar da melhor forma cada negociação com nossos parceiros, fornecedores e compradores. Continue acompanhando o Recicla News para saber quando o mercado se mexer de novo.