Projeto Selo Verde fortalece sustentabilidade e credibilidade no setor de reciclagem do RN

9 de junho de 2026

O setor de reciclagem do Rio Grande do Norte vive um momento importante de transformação com o avanço do Projeto Selo Verde, iniciativa que busca certificar empresas comprometidas com práticas sustentáveis, responsabilidade socioambiental e excelência operacional.


O projeto integra o Programa de Apoio à Competitividade das Micro e Pequenas Empresas (Procompi) e vem sendo desenvolvido pelo Sindicato das Indústrias de Reciclagem do Rio Grande do Norte (SINDRECICLA-RN), em parceria com instituições e consultorias ligadas ao setor.


A proposta do Selo Verde é reconhecer empresas que atendam critérios específicos relacionados à sustentabilidade, rastreabilidade, transparência nos processos e alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU).


Segundo o presidente do SINDRECICLA-RN, Etelvino Patrício, o objetivo é fortalecer o setor e garantir mais credibilidade às empresas participantes.


"As empresas certificadas demonstrarão que seguem normas socioambientais, gerando mais confiança e segurança para clientes e parceiros”, destacou.


Para conquistar a certificação, as empresas passam por etapas de avaliação, adequação e auditoria externa, garantindo que estejam alinhadas aos critérios definidos no regulamento do projeto.


Além de reconhecer boas práticas ambientais, o Selo Verde também funciona como diferencial competitivo para as empresas do segmento, valorizando operações comprometidas com responsabilidade ambiental e melhoria contínua.


O projeto ainda reforça a importância da economia circular e do desenvolvimento sustentável como pilares estratégicos para o futuro do setor de reciclagem.


A participação da Recicla nesse movimento reafirma o compromisso da empresa com práticas responsáveis, inovação e construção de um futuro mais sustentável.


Fonte:
FIERN / SINDRECICLA-RN – Projeto Selo Verde avança no setor de reciclagem do RN

12 de maio de 2026
O setor de reciclagem no Brasil pode entrar em uma nova fase de crescimento com a criação de mecanismos que incentivam economicamente as empresas que atuam na área. A proposta recente prevê o aproveitamento de créditos tributários como forma de estimular investimentos e ampliar a eficiência das operações. A medida busca tornar o setor mais competitivo, criando condições mais favoráveis para que empresas ampliem sua capacidade de atuação e adotem processos cada vez mais estruturados. O que muda com essa proposta? A possibilidade de utilizar créditos tributários pode representar um avanço significativo para empresas do setor, principalmente ao: Reduzir custos operacionais; Estimular novos investimentos; Aumentar a competitividade; Incentivar a formalização e organização da cadeia. Esse tipo de incentivo contribui diretamente para o fortalecimento da economia circular, ao tornar o reaproveitamento de materiais mais viável em larga escala. Impactos para o setor Quando há estímulo econômico, toda a cadeia se fortalece. Empresas conseguem investir mais em tecnologia, estrutura e processos, o que resulta em operações mais eficientes e maior capacidade de gerar impacto positivo no meio ambiente. Além disso, a medida reforça a importância da reciclagem dentro da economia, deixando claro que práticas sustentáveis também precisam de suporte estrutural para crescer de forma consistente. Um cenário de avanço A criação de políticas que incentivam o setor mostra um movimento importante em direção a um modelo mais equilibrado, onde desenvolvimento econômico e responsabilidade ambiental caminham juntos. Para empresas como a Recicla, esse cenário abre espaço para expansão, inovação e fortalecimento de operações que já atuam com foco em eficiência e impacto.
30 de abril de 2026
O Brasil caminha para um novo momento na gestão de embalagens. O governo federal está discutindo diretrizes que buscam estruturar melhor a reciclagem desses materiais, com foco em ampliar a eficiência do sistema e fortalecer a responsabilidade compartilhada entre empresas, setor público e sociedade. A proposta envolve a criação de regras mais claras para a logística reversa, garantindo que as embalagens tenham um destino adequado após o consumo e possam retornar ao ciclo produtivo de forma mais organizada. O que está em jogo? A reciclagem de embalagens é um dos maiores desafios do setor ambiental, principalmente devido ao grande volume gerado diariamente e à complexidade de sua coleta e reaproveitamento. Com a definição de novas regras, o objetivo é: Melhorar a rastreabilidade dos materiais; Aumentar a eficiência da coleta e destinação; Estimular maior participação das empresas; Reduzir impactos ambientais Por que isso é importante? Quando o sistema funciona de forma integrada, os ganhos são significativos: Menor pressão sobre recursos naturais; Redução de impactos ambientais; Maior aproveitamento de materiais; Fortalecimento da economia circular. Além disso, a definição de diretrizes mais claras contribui para um ambiente mais equilibrado, onde cada agente da cadeia entende seu papel e atua com mais responsabilidade. Impactos para o setor Para empresas que atuam com gestão e transformação de materiais, esse cenário representa uma oportunidade de evolução. Sistemas mais organizados permitem maior eficiência operacional, melhor planejamento e geração de valor a partir de processos sustentáveis. Na Recicla, entendemos que iniciativas que estruturam o setor são fundamentais para o avanço da sustentabilidade no Brasil. A organização da cadeia é um passo essencial para transformar desafios ambientais em soluções reais.