COP30 em Belém: quando a Amazônia se torna o centro da ação climática global

11 de setembro de 2025

A Amazônia como palco do futuro

Em novembro de 2025, Belém, no Pará, vai se transformar no ponto de encontro do mundo. A cidade será a sede da COP 30, a 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas. Não é por acaso: a Amazônia é um dos biomas mais estratégicos do planeta, fundamental para o equilíbrio climático global.


Um encontro que vai além das negociações


Durante quase duas semanas, chefes de Estado, cientistas, empresários e comunidades locais vão debater caminhos para conter o avanço das mudanças climáticas. Mas a COP 30 não é apenas sobre metas ou relatórios: é sobre olhar para o planeta como uma casa comum, onde cada decisão local tem reflexo global. 


O elo entre global e local


Quando falamos em sustentabilidade, é fácil imaginar grandes acordos internacionais. Mas a verdade é que o futuro começa com práticas que acontecem todos os dias, em cada território e em cada organização. É nesse ponto que a Recicla encontra a COP 30: mostrar que pequenas escolhas, como reciclar materiais, gerar trabalho a partir da economia circular e dar novo ciclo ao que seria descartado são parte do mesmo movimento que será discutido em Belém.


O que a COP 30 nos lembra


Mais do que um evento diplomático, a COP 30 é um chamado. Um convite para pensar em soluções que unam preservação ambiental, desenvolvimento econômico e justiça social. É um lembrete de que preservar hoje é garantir o amanhã, princípio que guia a atuação da Recicla no Nordeste e que conecta sua missão local a esse diálogo global.

12 de maio de 2026
O setor de reciclagem no Brasil pode entrar em uma nova fase de crescimento com a criação de mecanismos que incentivam economicamente as empresas que atuam na área. A proposta recente prevê o aproveitamento de créditos tributários como forma de estimular investimentos e ampliar a eficiência das operações. A medida busca tornar o setor mais competitivo, criando condições mais favoráveis para que empresas ampliem sua capacidade de atuação e adotem processos cada vez mais estruturados. O que muda com essa proposta? A possibilidade de utilizar créditos tributários pode representar um avanço significativo para empresas do setor, principalmente ao: Reduzir custos operacionais; Estimular novos investimentos; Aumentar a competitividade; Incentivar a formalização e organização da cadeia. Esse tipo de incentivo contribui diretamente para o fortalecimento da economia circular, ao tornar o reaproveitamento de materiais mais viável em larga escala. Impactos para o setor Quando há estímulo econômico, toda a cadeia se fortalece. Empresas conseguem investir mais em tecnologia, estrutura e processos, o que resulta em operações mais eficientes e maior capacidade de gerar impacto positivo no meio ambiente. Além disso, a medida reforça a importância da reciclagem dentro da economia, deixando claro que práticas sustentáveis também precisam de suporte estrutural para crescer de forma consistente. Um cenário de avanço A criação de políticas que incentivam o setor mostra um movimento importante em direção a um modelo mais equilibrado, onde desenvolvimento econômico e responsabilidade ambiental caminham juntos. Para empresas como a Recicla, esse cenário abre espaço para expansão, inovação e fortalecimento de operações que já atuam com foco em eficiência e impacto.
30 de abril de 2026
O Brasil caminha para um novo momento na gestão de embalagens. O governo federal está discutindo diretrizes que buscam estruturar melhor a reciclagem desses materiais, com foco em ampliar a eficiência do sistema e fortalecer a responsabilidade compartilhada entre empresas, setor público e sociedade. A proposta envolve a criação de regras mais claras para a logística reversa, garantindo que as embalagens tenham um destino adequado após o consumo e possam retornar ao ciclo produtivo de forma mais organizada. O que está em jogo? A reciclagem de embalagens é um dos maiores desafios do setor ambiental, principalmente devido ao grande volume gerado diariamente e à complexidade de sua coleta e reaproveitamento. Com a definição de novas regras, o objetivo é: Melhorar a rastreabilidade dos materiais; Aumentar a eficiência da coleta e destinação; Estimular maior participação das empresas; Reduzir impactos ambientais Por que isso é importante? Quando o sistema funciona de forma integrada, os ganhos são significativos: Menor pressão sobre recursos naturais; Redução de impactos ambientais; Maior aproveitamento de materiais; Fortalecimento da economia circular. Além disso, a definição de diretrizes mais claras contribui para um ambiente mais equilibrado, onde cada agente da cadeia entende seu papel e atua com mais responsabilidade. Impactos para o setor Para empresas que atuam com gestão e transformação de materiais, esse cenário representa uma oportunidade de evolução. Sistemas mais organizados permitem maior eficiência operacional, melhor planejamento e geração de valor a partir de processos sustentáveis. Na Recicla, entendemos que iniciativas que estruturam o setor são fundamentais para o avanço da sustentabilidade no Brasil. A organização da cadeia é um passo essencial para transformar desafios ambientais em soluções reais.